"Em algum ponto do futuro." A criatura pulou sobre ele com tanta força que atravessaram uma parede de metal reforçado como se fosse feita de papelão. Ele caiu com o monstro sobre seu corpo tentando a todo custo cravar os dentes em seu pescoço, felizmente sua armadura tinha sido projetada para proteger todo o seu corpo, desde a cabeça até aos pés. Quando o caçador sentiu o impacto do solo sob suas costas não teve dúvidas, mesmo com a fúria do vampiro sobre si, permaneceu tão frio quanto se esperaria de uma máquina de guerra, e, segurando a arma de grosso calibre em sua mão esquerda, apertou o gatilho tantas vezes que quase perdeu as contas, mas não perdeu, foram doze disparos em menos de um segundo; a arma lançou projeteis prateados e luminosos capazes de abrir buracos em blindagens de qualquer carro de combate dos anos 2000 como se não passassem de alumínio fino. Alguns dos disparos atingiram a criatura que saltou para traz gritando freneticamente sentindo sua pele p...
Contos Vampíricos

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